quinta-feira, outubro 05, 2006

E AGORA, A PROVA EM COMO É POSSÍVEL ESCREVER
POEMAS SOBRE A FELICIDADE CONJUGAL




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. . . . . . . . . . . . . . . meu amor.

3 Comments:

Anonymous cadáver morto said...

Não gostei.
É muito palavroso. Podia ser mais resumido e tal.

Estes poetas d'agora têm a mania de mostrar que dominam um vocabulário muito vasto e rico, fossem masera trabalhar ou o camandro.

sexta-feira, outubro 06, 2006 12:46:00 da tarde  
Blogger JMS said...

Tens razão. Às vezes deixo-me levar pelo entusiasmo e o discurso sai-me numa torrente demencial e perfeitamente descontrolada. Devia aprender a ser mais contido, mais sóbrio. Mas tu sabes bem como é difícil escrever poemas de amor sem que as emoções se apoderem do discurso, conduzindo-o a este tipo de transbordamento verbal. Não está fácil a vida, não está não, para o lirismo apaixonado.

sexta-feira, outubro 06, 2006 3:40:00 da tarde  
Anonymous felício said...

Tenho uma ideia mais experimelalista dodecafónica, tipo Cage.

Um minuto e 33 segundos

32, 31, 30,29
etc,etc
e o último verso será:
"Quero o divórcio"

quarta-feira, outubro 11, 2006 5:54:00 da tarde  

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